Há cinco anos, em frente à Casa Branca, o então presidente Donald Trump disse a uma multidão de apoiantes que se dirigissem ao Capitólio — “e eu estarei lá com vocês” — em protesto contra a confirmação, pelo Congresso, da vitória do democrata Joe Biden nas eleições de 2020.
No quinto aniversário, em 6 de janeiro, não há nenhum evento oficial para homenagear o que aconteceu naquele dia, quando a multidão desceu a Avenida Pensilvânia, enfrentou a polícia nas barricadas do Capitólio e invadiu o prédio, enquanto os parlamentares fugiam.
Os partidos políticos recusam-se a concordar com uma versão compartilhada dos fatos, que foram transmitidos para o mundo todo. E a placa oficial em homenagem aos policiais que defenderam o Capitólio nunca foi instalada.
Em vez disso, Trump se reunirá em particular com republicanos da Câmara no Kennedy Center, que o presidente renomeou para levar o seu próprio nome, para um fórum de políticas públicas. Os democratas realizarão uma audiência com testemunhas da violência e, posteriormente, vão reunir-se nos degraus do Capitólio para homenagear a memória do que aconteceu.
E o ex-líder do grupo militante Proud Boys, Enrique Tarrio, preparapara hoje uma marcha pública refazendo os passos dos manifestantes da Casa Branca até o Capitólio, para homenagear a apoiante de Trump, Ashli Babbitt, e outros que morreram no cerco de 6 de janeiro.
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